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Educação

Anhanguera lança primeiro curso de Odontologia em Jundiaí

Redação

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Curso vai além do conhecimento técnico, tem como proposta formar profissionais com ampla visão da realidade social brasileira e ampliar o acesso da população à saúde

Em alta, a carreira de odontologia atrai candidatos graças ao aumento da preocupação da sociedade com a saúde bucal. Pesquisa do Conselho Federal de Medicina destaca que nove em cada dez brasileiros consideram fundamental ir ao dentista e 72% frequentam o consultório anualmente. De olho neste cenário, a Anhanguera de Jundiaí anuncia a oferta do primeiro curso de graduação em Odontologia em Jundiaí, com turmas abertas para início das aulas já nesse semestre de 2019.

A possibilidade de diversificar a área de atuação é um dos atrativos da carreira: “o profissional de odontologia pode atuar tanto no setor público, em postos de saúde, hospitais, cooperativas e escolas, quanto no privado, em consultórios, clínicas e empresas. Também pode lecionar e atuar como pesquisador em instituições de ensino superior, destaca Mário Gouvêa, diretor da faculdade.

O curso vai além do conhecimento técnico sobre o tratamento dental. Tem como foco, formar profissionais com ampla visão da realidade social brasileira e contribuir para a ampliação do acesso da população à saúde. A graduação reúne fundamentos das ciências humanas e as competências profissionais desenvolvidas abrangem os processos de proteção, diagnóstico e tratamento de problemas bucais, assim como procedimentos estéticos.

O aprendizado em sala de aula é aplicado no estágio obrigatório, realizado nas clínicas mantidas pela instituição ou em unidades do Sistema Básico de Saúde (SUS), sempre com supervisão de profissionais capacitados. “Nosso objetivo é contribuir para oferecer uma formação de qualidade com infraestrutura completa. Trata-se de uma oferta bem competitiva, com laboratórios bem estruturados, além de um corpo docente qualificado”, enfatiza Mário Gouvêa, diretor da faculdade.

Para os interessados, a Anhanguera está com inscrições abertas pelo seu site. São apenas 60 vagas, com matrículas abertas até 30 de julho.

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Educação

Inscrições para o Prouni começam nesta terça-feira

Candidatos têm até sexta-feira para se inscreverem

Redação

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Começa nesta terça-feira (27) o prazo de inscrição no Programa Universidade para Todos (Prouni) para o segundo semestre. Os interessados em participar do processo seletivo terão até o dia 30 de junho para fazer as inscrições, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O resultado da primeira chamada está previsto para o dia 4 de julho e o da segunda chamada, para 24 de julho. Caso os candidatos não tenham sido selecionados nas chamadas regulares, o programa oferece uma nova oportunidade, pela lista de espera. Para tanto, será necessário ao candidato manifestar interesse nos dias 14 e 15 de agosto. A divulgação da lista de espera será no dia 18 de agosto.

O Prouni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo – integrais e parciais (50%) – em instituições particulares de educação superior, para cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Para se inscrever no programa, o candidato precisa ter participado da edição de 2021 ou de 2022 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e tenha obtido pontuação igual ou superior a 450 pontos na média das notas.

Além disso, é necessário que não tenha zerado na nota de redação, e que o candidato não tenha participado do Enem na condição de treineiro – situação em que a participação é feita para fins de autoavaliação de estudantes que ainda não concluíram o Ensino Médio.

Para fins de classificação e eventual pré-seleção no Prouni, o Ministério da Educação utiliza a edição do Enem em que o participante obteve o melhor desempenho.

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

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Educação

Pesquisas apontam que o livre brincar é base para o desenvolvimento integral das crianças

O livre brincar e o estímulo à criatividade na educação infantil são essenciais para o desenvolvimento de habilidades que acompanharão os indivíduos por toda a vida

Redação

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Um estudo realizado pelo grupo Brincar Livre, em parceria com o coletivo Território do Brincar e com a professora Soraia Chung Saura, comprovou que a brincadeira pode incentivar a cultura humana, além de servir de base para o desenvolvimento integral das crianças. Os resultados mostraram que o brincar de forma espontânea pode promover melhorias no desenvolvimento intelectual, social, físico, motor e até psicológico, abarcando todas as finalidades das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil.

Julianne Pesciotto, diretora pedagógica do Colégio Ápice, em Jundiaí, explica que é por meio da brincadeira que os pequenos podem vivenciar situações cotidianas de forma criativa, voluntária e consciente, assim desenvolvendo habilidades que vão da relação interpessoal até aspectos físicos e cognitivos, sem esquecer da inteligência emocional. “À medida que brincam, vão aprimorando as potencialidades, adquirindo estabilidade e autoconfiança”, explica. “E neste momento do lúdico, os professores entram como mediadores, propondo situações que estimulem os alunos a conviver, explorar e se expressar”, completa.

Neste sentido, ao priorizar a interação e a brincadeira durante a primeira infância se dá autonomia e protagonismo aos pequenos. “As escolas precisam sim passar o conteúdo esperado para cada idade, mas podem e devem incluir momentos lúdicos, atividades e brincadeiras que estimulem a criatividade”, pontua Julianne. 

Para a diretora pedagógica do Colégio Ápice, as metodologias ativas, que procuram centralizar o aluno na sua aprendizagem, devem ser utilizadas na educação infantil para permitir um desenvolvimento mais saudável e pleno. “E o brincar possibilita isso. Ele é tão importante na infância que é, inclusive, um direito garantido por lei e defendido pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, analisa. 

Todavia, seja na forma de responsáveis, pais ou educadores, cabe aos adultos defender o livre brincar e estimular a criatividade infantil, oferecendo presença, disponibilidade e ambientes apropriados para que os pequenos possam brincar e se expressar à sua maneira.

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Educação

PROUNI: inscrições seguem até sexta-feira (3)

No primeiro semestre, estão sendo oferecidas mais de 288 mil bolsas no programa. Saiba como se inscrever

Redação

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Fazendo o ENEM, os estudantes têm a oportunidade de participar de programas do Governo Federal voltados para o acesso ao ensino superior, como PROUNI, que abriu inscrições na última terça-feira, dia 28. No primeiro semestre, estão sendo oferecidas mais de 288 mil bolsas no programa. Mas, afinal, o que é necessário para concorrer?

Alexandre Leite de Figueiredo, professor e coordenador do Ápice Vestibulares, explica que o PROUNI, Programa Universidade Para Todos, oferta bolsas de estudos nas modalidades integrais (100%) ou parciais (50%) em universidades particulares, ou instituições de ensino privadas. As inscrições para o programa devem ser feitas no site do Prouni 2023 até a próxima sexta-feira, dia 3 de março. No dia 07 será divulgado o resultado da primeira chamada dos mais novos bolsistas contemplados – os mesmos têm até o dia 16 de março para enviar as confirmações das informações. No dia 21 de março ocorre a segunda chamada. 

No caso do PROUNI, o vestibulando deve ter tirado, no mínimo, 450 pontos na média do Enem mais recente ou de 2021, sem zerar a redação. A renda mensal familiar deve ser de, no máximo, 3 salários mínimos por pessoa para a bolsa parcial e 1,5 para bolsa integral. O candidato, obrigatoriamente, deve ter estudado o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola particular. O estudante deve se inscrever, escolher duas opções de cursos que o agradam e estejam disponíveis e pronto! O sistema fará o preenchimento automático das vagas, de forma decrescente de notas do Enem, conforme o número de vagas. As notas mais altas entram primeiro.

“É normal que os estudantes fiquem aflitos e ansiosos, mas é válido lembrar que as vagas não são decididas por ordem de inscrição, portanto, os candidatos podem se organizar para, então, dentro do prazo, começar sua inscrição. É normal correrem para o site após a abertura do prazo, mas isso apenas sobrecarrega o sistema, que pode cair pelos milhares de acessos mútuos. As vagas são preenchidas pela nota, não ordem de chegada. Então, devem usar o tempo com sabedoria, escolher e pesquisar a graduação que mais faz brilhar os olhos para, depois, em horário mais tranquilo, preencher a inscrição com calma”, explica Alexandre Leite de Figueiredo, professor e coordenador do Ápice Vestibulares.

FIES – Por sua vez, o FIES, Fundo de Financiamento Estudantil, programa criado pelo MEC para financiar a graduação a estudantes em cursos superiores pagos, abrirá inscrições do dia 7 até o dia 10 de março, no site Fies 2023. O resultado está previsto para o dia 14 do mesmo mês, para confirmar o financiamento, os estudantes têm entre os dias 15 e 17 de março para enviar as informações comprobatórias.  É necessária uma renda bruta mensal de, no  máximo, 2,5 salários mínimos por pessoa, bem como, pelo menos, 450 pontos em qualquer edição do Enem a partir de 2010. 

Para o FIES, o candidato escolhe o curso em meio as opções disponíveis, se inscreve e aguarda. As vagas são preenchidas segundo o desempenho no Enem. Os pré-selecionados são orientados a se cadastrar em outro sistema para iniciar as fases do financiamento estudantil. No primeiro semestre, estão sendo oferecidas mais de 93 mil financiamentos. 

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