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Dia do Sexo: mais da metade dos brasileiros não está satisfeito com a vida sexual

Redação

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Site adulto de relacionamento divulga pesquisa sobre o hábito sexual dos brasileiros e revela que 51% não está contente com a situação entre quatro paredes

Um terço dos brasileiros acham que a vida sexual pode melhorar se encontrarem um(a) novo(a) parceiro(a) sexual, enquanto 40% acredita que uma apimentada na relação já resolve. Esse é o resultado de uma pesquisa feita pelo Sexlog, maior site adulto de relacionamento da América Latina que tem mais de 6 milhões de usuários cadastrados. Todos os resultados estão no www.datasexo.com.br.

Para a educadora sexual, escritora e youtuber Aline Castelo Branco, o segredo para manter a chama acesa mesmo após tantos anos de casado é ter cumplicidade: “O sexo só funciona  bem entre o casal quando os dois buscam uma satisfação mútua. Não há regras, o importante é pensar no sexo não só como fonte de prazer, mas como  um elemento para aumentar a afetividade do casal”.

FREQUÊNCIA
A pesquisa também revelou que cerca de 35% afirmam que fazem sexo de duas a três vezes por semana, enquanto 13% confessa que não tem transado com frequência. Já 44% optam por se dar prazer, e contaram que se masturbam de 1 a 3 vezes por semana.

DURAÇÃO
O tempo médio da transa, para 64,8% dos que responderam as perguntas, dura mais de meia hora – sendo que boa parte desse tempo para 28% deles é destinado para as preliminares.
Até 10 minutos 1.9%
Entre 10 e 20 minutos 10.9%
Até meia hora 22.4%
Mais de meia hora 64.8%

FALANDO EM PRELIMINARES…
Os brasileiros não economizam quando o assunto é preparar o terreno! Mais de 27% tira até meia hora só para isso. E já sabemos também que beijo na boca, estímulo no clítoris e lambida no mamilo são itens que não podem faltar nelas.

Não curto preliminares, vou direto 1.9%
Até 10 minutos 13.0%
Entre 10 e 20 minutos 29.1%
Até meia hora 27.6%

MAIS SEXO, POR FAVOR
Para comemorar esse dia tão importante para o Sexlog, a rede social criou um hotsite onde é possível encontrar todas as informações sobre os hábitos sexuais dos brasileiros.

O Sexlog tem como missão promover o prazer real para quem quer curtir sem se preocupar com tabus ou julgamentos. E nada melhor que o Dia do Sexo para celebrar essa pluralidade de corpos que formam o Brasil e se reflete também entre os usuários de nosso site. Sexo faz parte da nossa vida e o mais importante é que seja sempre consensual, seguro e prazeroso para todos os envolvidos!”, diz Mayumi Sato.

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Artigo: Cidade boa para crianças é boa para todos

Redação

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Uma cidade boa para as crianças é boa para todos. Essa é uma tese defendida por diversos especialistas em “Infância”, mas desenvolvida de forma muito prática em Jundiaí. Em gestão pública, é fundamental reconhecer a importância da primeira infância nas políticas sociais e projetos em favor das crianças. E por quê? Porque isso diz respeito diretamente à qualidade de vida das pessoas, diz respeito a um dos sonhos mais preciosos de cada família — o de ter um filho.

Como pai de dois meninos e uma menina, evidentemente que eu tive essa percepção do valor da primeira infância muito mais aguçada. Como prefeito, posso dizer que este é um caminho claro que trilhamos em Jundiaí desde o primeiro dia que assumimos a Prefeitura, lá em 2017. Temos um compromisso muito efetivo em relação à primeira infância, período que compreende a idade da criança desde o seu nascimento aos 6 anos.

Uma criança leva para sua vida toda a atenção e o amor que recebeu dos pais e também do Poder Público. Por isto, nossa gestão, em todos os setores e de forma integrada, encaminha suas ações pensando na Jundiaí, Cidade das Crianças. Para se ter uma ideia, incluímos um capítulo inteiro em nosso novo Plano Diretor todo voltado às políticas em favor da criança em Jundiaí. O objetivo é tornar a cidade mais amigável à criança, ampliando a oferta de praças, parques e espaços públicos mais lúdicos, que incentivem o livre brincar em contato com a natureza. É preciso preparar a cidade para que cada criança nossa possa ocupá-la com segurança, acessibilidade e autonomia. O que queremos é que elas possam encontrar diferentes crianças e suas famílias no espaço público, agregando assim mais valor ao convívio social e construindo uma sociedade mais igualitária e solidária.

Assim, foi com muita felicidade que tive a oportunidade de assinar a adesão de Jundiaí à Rede Latino Americana — Projeto Cidade das Crianças. Nosso município foi o primeiro do Estado e o segundo do País a estar no programa, que tem por objetivo incentivar a participação das crianças nas discussões sobre o que podemos fazer para aprimorar a qualidade de vida para todos os moradores da cidade.

A partir daí, criamos em Jundiaí o Comitê de Crianças, que tem participação efetiva na definição das políticas públicas da cidade. O Comitê foi instituído em 2018, após a adesão do Município à Rede Latino-Americana Cidade das Crianças, uma iniciativa concebida pelo pedagogo italiano Francesco Tonucci (Frato). Uma das exigências da adesão era que o Município realizasse a escuta das crianças e, logo em 2019 foi instituído o Comitê, que este ano já chega à sua quinta composição.

Não apenas como gestor, mas como pai de família, sinto que devemos dar espaço às opiniões da infância, sejam elas as mais singelas ou as mais significativas. A importância de ouvir a criança sobre o que ela espera que uma cidade faça por ela está no fato de, naturalmente, elas possuírem um olhar sem malícia, sem egoísmo e sempre positivo sobre o mundo. E é isto que devemos buscar a cada dia.

Considero, desta forma, nosso parque “Mundo das Crianças” como um espaço fundamental na prática de ações voltadas à infância. O parque está situado no entorno das nossas represas, ao lado do Parque da Cidade. Além da finalidade de proteger o nosso sistema de abastecimento de água, o Mundo das Crianças propicia conhecimento e vivência sobre a necessidade de preservação do meio ambiente. Nada melhor que unir este conceito justamente à convivência infantil, por meio de atividades esportivas e de lazer, que estimulam o processo de formação saudável das nossas crianças.

Para coroar as ações que desenvolvemos em Jundiaí, de forma inédita, nossa cidade promoverá, de 18 a 24 de março, o 1º Encontro Brasileiro de Cidades das Crianças e o Fórum Internacional das Infâncias, ambos dedicados a discutir, apresentar ações e incentivar propostas com foco na criança. O convite para a participação é estendido a governadores, prefeitos e autoridades de todo o Brasil.

Junto às crianças de Jundiaí, aproveitaremos a oportunidade para abrir um espaço de diálogo e construção, a partir da abordagem técnica de representantes das Redes Latino-Americana – Cidade das Crianças e Urban95, da qual participam 24 municípios.

Pela primeira vez no Brasil, o pedagogo Francesco Tonucci, fundador da Rede Mundial Cidade das Crianças, já tem presença confirmada, além da coordenadora da Rede Latino-Americana de Cidade das Crianças, Lorena Morachino, educadores, acadêmicos e profissionais de renome de diversos segmentos.

Este será um importante debate que teremos gosto em participar, não apenas porque temos muito a dizer — e sim porque, para Jundiaí, é muito natural e gratificante a valorização que damos à infância. Porque nós somos, sim, com muito orgulho, a “Cidade das Crianças”.

Por Luiz Fernando Machado, prefeito de Jundiaí em seu segundo mandato

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A metamorfose da mulher madura

Com relatos intimistas e sensíveis, Eliane Bodart reflete sobre as muitas faces da existência feminina no lançamento “Estilo Ageless”

Redação

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Todas as pessoas passam por transformações ao longo da vida, mas este não é um livro sobre isso. Em contos e crônicas, Estilo Ageless é a união das muitas histórias vivenciadas pelas mulheres ao longo da vida, especialmente aquelas com mais de 40 anos e que se presume já terem alcançado a estabilidade (quiçá a felicidade) em várias áreas.

A partir das próprias experiências, Eliane Bodart provoca as leitoras a refletirem sobre as mudanças do passado, presente e futuro. Da construção de carreira à organização de um guarda-roupas, da forte crise de depressão à alegria de descobrir que será avó, a autora traz relatos únicos, que, ao mesmo tempo, poderiam ser de qualquer mulher adulta.

Esta obra é sobre e para todas aquelas que precisaram redefinir os próprios papeis durante a vida, que experienciaram momentos de alegrias e vitórias, mas que também sofreram e choraram na derrota. Para Eliane, o mais importante nesse processo é entender que não precisa ser forte o tempo todo, que cada mulher é única e que conhecer a si mesma é imprescindível para amar-se.

A estrada é sinuosa e, na maior parte do caminho, você estará sozinha.
Assustador? É.
Mas não há outro modo de alcançar a margem do rio
senão atravessar a ponte sobre ele, muitas vezes estreita e insegura.
Qual a vantagem?
De se encontrar do outro lado refeita, inteira, melhor
e maior do que jamais havia sido.

(Estilo Ageless, pg. 218)

O movimento Ageless (do inglês “sem idade”) surgiu para quebrar o tabu de que envelhecer era sinônimo de perder a beleza. Iniciou na moda e foi expandido para todas as áreas, para designar todas as mulheres que não querem ser categorizadas pela idade. Eliane Bodart faz parte desse grupo e acredita que independente de quantos anos tiverem, todas podem começar uma nova carreira, viver novos amores e, principalmente, amar a si mesmas como são.

FICHA TÉCNICA
Título: Estilo Ageless
Subtítulo: histórias da mulher +
Autora: Eliane Bodart
Páginas: 
240
ISBN: 978-65-254-3925-9Formato: 14cm X 21cm
Preço: R$ 56,90 (livro físico), R$ 9,90 (eBook)
Link de venda: ViseuAmazon

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Vestibular: já é hora de começar a se preparar?

Criar hábitos e uma rotina de estudo desde o começo do ano é essencial para um bom desempenho no ENEM e nos vestibulares

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Quando começar a estudar para o vestibular costuma ser uma dúvida bastante comum entre os candidatos. Afinal, quanto mais preparado o vestibulando estiver, menor será o nervosismo no momento de prestar o exame para ingressar no curso escolhido. Neste sentido, o mais indicado é começar o ano montando uma rotina de estudos, organizando o seu tempo de acordo com o conteúdo a ser estudado.

“A vantagem de já estar introduzido em uma rotina de estudos desde o começo do ano é a de criar hábitos, fazer do estudo algo habitual, assim, não perdendo o gás no final do ano”. Essa é uma das principais dicas da Emylly Lopes Theodoro, de 19 anos. Ela fala da importância de se preparar logo no começo do ano para os vestibulares e também para o Enem.

A jovem, que se prepara para prestar Medicina, conta que fazer um cursinho preparatório é diferente dos estudos do Ensino Médio, pois o aluno precisa assumir completamente o protagonismo. “Então é muito importante entrar já com a mentalidade de que você é responsável pelos seus estudos. É claro que as aulas e os professores ajudam bastante, mas a maioria tem que partir do próprio aluno”.

Com isso, o vestibulando precisa ter a consciência de que após as aulas, é necessário chegar em casa e realizar os exercícios propostos no dia. “Quando você toma a iniciativa, desde o início do ano, de criar uma rotina de estudos, com cronograma e planejamento, o processo se torna mais leve”, explica o psicopedagogo Carlos Camargo, diretor pedagógico do Ápice Vestibulares.

Carlos reforça que um jovem que busca focar os estudos meses antes das provas já pode contar com um grande diferencial. “O ideal é que seja montado um plano de estudo personalizado para cada aluno. Sempre que iniciamos uma nova turma, temos também a preocupação de oferecer uma orientação de carreira com foco no autoconhecimento, ajudando o aluno a ser mais preciso na escolha, se identificando melhor com a futura profissão”, explica.

O psicopedagogo ainda ressalta a importância do aluno na orientação. “É algo que precisa acontecer o ano todo. O aluno é protagonista do seu universo de estudos, mas os professores e especialistas precisam estar ao lado para dar todo suporte, desde esclarecimento dos editais das provas até preparação física e mental. Neste sentido, um grande diferencial é a participação do aluno nas palestras promovidas sobre alimentação, equilíbrio entre a rotina de estudos e de laser, cuidado emocional, entre outros”.

Para a aluna Emylly, ter esse equilíbrio é essencial neste período intenso de preparação. “Não somos uma ‘máquina de estudos’. É preciso, sim, ter foco, rotina de estudo e muita dedicação. Mas a verdade é que não dá para descuidar da saúde física e menos ainda da mental. Isso é essencial para quem quer passar no vestibular”, finaliza.

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