Falha em aplicativo da Heineken gera onda de reclamações durante distribuição de ingressos para festival

A tentativa de garantir ingressos para o “No Line-Up Festival”, evento gratuito da Heineken em São Paulo, transformou-se em frustração para milhares de usuários nesta quinta-feira (16). O aplicativo “Hei App”, plataforma exclusiva para o resgate das entradas, apresentou instabilidade e falhou exatamente às 13h, horário marcado para o início da distribuição, gerando uma onda de reclamações nas redes sociais.?

O festival, anunciado para o dia 25 de outubro na Fábrica de Impressões, na Barra Funda, prometia uma experiência inovadora com um line-up surpresa, incluindo atrações nacionais e internacionais. A proposta de gratuidade e o mistério em torno dos artistas geraram grande expectativa no público, que precisava apenas baixar o aplicativo da marca e realizar um cadastro para tentar obter os ingressos.?

No entanto, no momento da liberação, usuários relataram uma série de problemas. Muitos afirmaram que o aplicativo travou, desconectou usuários previamente cadastrados ou simplesmente não exibia o link para o resgate dos ingressos. No X (antigo Twitter), a frustração se tornou um dos tópicos mais comentados, com consumidores expressando seu descontentamento diretamente à marca.

Relatos como “O app da Heineken caiu na hora da distribuição do ingresso. Logo ele volta com pedido de desculpas e ingressos esgotados” e “quem ainda não conseguiu logar no app pro heineken festival nem se preocupa porque o app tá assim até agora e quando carrega, não aparece link” foram comuns. Outros usuários, impacientes com as falhas, declararam ter desistido de participar do evento.

A Heineken havia estipulado que o resgate seria limitado a dois ingressos por pessoa e que o evento estaria sujeito à lotação do espaço, que tem capacidade estimada para 3 mil pessoas de forma rotativa. Até o momento, a empresa não emitiu um comunicado oficial sobre as falhas no aplicativo ou sobre o status da distribuição dos ingressos após a instabilidade. O caso também gerou reclamações em plataformas de defesa do consumidor.

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