O Fildi Hotel & Eventos, localizado em Sumaré, no interior de São Paulo, está dando visibilidade a uma causa nobre: a doação de órgãos e tecidos. O hotel apoia o Instituto GABRIEL, de Indaiatuba, e incentiva seus hóspedes e visitantes a conhecerem e se engajarem nessa importante iniciativa. Logo na entrada do hotel, um banner com informações sobre o instituto chama a atenção de quem passa por ali, seja para se hospedar ou participar de eventos.
“É motivo de muito orgulho para nós poder ampliar a visibilidade de ações tão importantes como as desenvolvidas pelo Instituto GABRIEL”, afirma Rogério Marani, Gerente Geral do Fildi Hotel & Eventos.
Para saber mais sobre o trabalho do Instituto GABRIEL, basta acessar suas redes sociais: www.gabriel.org.br ou @instituto.gabriel.
A história do Instituto GABRIEL
O Instituto GABRIEL tem uma história emocionante. Seu nome homenageia Gabrielle de Azevedo Carvalho, uma bebê que nasceu com anencefalia (ausência de cérebro) em 24 de maio de 1998. Durante a gravidez, seus pais, Maria Inês e Valdir, descobriram a condição da filha, mas decidiram levar a gestação adiante. Após o nascimento e o falecimento de Gabrielle, tentaram doar seus órgãos para ajudar outras crianças. No entanto, a doação foi negada devido à legislação brasileira, que não permitia a doação de órgãos de bebês anencéfalos.
Esse episódio motivou o casal a lutar pela normatização da doação de órgãos nesses casos e a promover a conscientização sobre a importância da doação. Além disso, eles passaram a divulgar informações sobre a prevenção de defeitos do tubo neural, como a anencefalia, por meio da ingestão de ácido fólico antes e durante a gravidez. Hoje, o instituto trabalha para ampliar o debate sobre o tema e facilitar a doação de órgãos em situações como a de Gabrielle.
Desafios e avanços
Apesar de avanços na legislação, como a Portaria GM/MS n.º 487/2007, que permite a doação de órgãos de neonatos anencéfalos após parada cardíaca irreversível, ainda há obstáculos para a realização desses procedimentos no Brasil. O Instituto GABRIEL continua lutando por uma normatização mais ampla, seguindo exemplos de países onde o tema já foi amplamente discutido e regulamentado.
