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Marco Luque apresenta “Todos Por Um” no Teatro Polytheama em Jundiaí

Foto: Pedro Dimitrow
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O humorista apresenta o seu novo projeto que reúne, em momentos inusitados, os seus personagens mais marcantes. O espetáculo acontece no domingo, 29 de setembro, às 19h, no Teatro Polytheama, na Rua Barão de Jundiaí, 160, Centro

Marco Luque está de volta aos palcos, com o show solo “Marco Luque em: Todos Por Um”. O artista conta as novidades e histórias do universo de cada um de seus personagens mais queridos pelo público. No novo espetáculo estarão tipos como Jackson “Faive” – o motoboy paulistano –; Silas Simplesmente – o taxista que incrementou seu táxi para agradar seus clientes –; Mustáfary – um rastafári baiano que ama a natureza e os animais e defende a sustentabilidade do planeta, tendo ficado famoso após a viralização de um vídeo, no qual ele aparece ao lado de um cãozinho que ficou conhecido como “serumaninho” –; Ed Nerd – o nerd que sofreu bullying durante toda a vida, mas deu a volta por cima e quer se vingar de todos os seus colegas do 3B –; e Mary Help – a engraçadíssima diarista. Todos eles garantem a diversão.

O espetáculo será apresentado no domingo, 29 de setembro, às 19h, no Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 160, Centro) em Jundiaí. Os ingressos custam R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada) na plateia, frisas e camarotes e R$ 80,00 00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada) na galeria. Informações pelo telefone (11) 4586-2472 ou no site www.teatrogt.com.br. As vendas na internet são feitas no site www.ingressorapido.com.br.

Neste espetáculo, foram inseridos números de mágica, trazendo momentos inesquecíveis para o público. Marco Luque mostra toda sua versatilidade nos palcos também com números de dança e canto – um tanto quanto peculiares. Outros personagens participam do show, proporcionando surpresas e ainda mais risadas para os fãs e admiradores do trabalho de Luque. Recursos tecnológicos de audiovisual surpreendem os espectadores.

“Marco Luque em: Todos Por Um” tem 80 minutos de duração e conta com texto totalmente novo, escrito por Luque e Guilherme Rocha. A direção é de Marco Luque com produção da Macatranja Produções, de sua propriedade. A produção local é da Brain + Teatro GT.

Sobre o artista

Ator, humorista e integrante do programa “Altas Horas”, da Rede Globo, Marco Luque nasceu em São Paulo. Desde criança já mostrava a sua aptidão para o que faz de melhor: proporcionar alegria para as pessoas. Na escola era a grande atração, tendo espaço reservado por uma professora, ao final de cada aula, para apresentação de suas imitações aos colegas de classe. É formado em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), o que lhe rendeu a habilidade de fazer próteses, esculturas e até as máscaras que usa em seus próprios personagens. Profissionalmente, exerceu diversas funções no início da carreira, como garçom de buffet, animador de festa infantil, monitor de acampamento e clown (palhaço), entre outras.

Antes de consagrar-se como humorista, Luque fez aulas com renomados preparadores de elenco, como Fátima Toledo, e atuou em peças dramáticas, como “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, e “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente. Tanto trabalho e dedicação geraram frutos. Marco Luque foi convidado a integrar o grupo do projeto “Terça Insana”, idealizado pela atriz e diretora Grace Gianoukas. No espetáculo, nasceram personagens marcantes, como o motoboy Jackson “Faive”, o taxista Silas Simplesmente e a diarista Mary Help, entre outros.

Em 2009, Luque estrelava o “Tamo Junto!”, seu primeiro show, eleito pelo público como a melhor comédia em Stand Up no Guia da Folha, do jornal Folha de S. Paulo. O sucesso foi instantâneo e, logo em seguida, ele foi convidado pela rádio Mix para ter o seu próprio quadro, apresentando histórias de um de seus personagens mais icônicos, o Jackson “Faive”. Os esquetes na rádio foram premiados pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais (APCA), na categoria “Melhor Programa de Humor na Rádio”, em 2010.

No mesmo ano, surgiram os convites para entrevista no Programa do Jô, na TV Globo, por conta do “Terça Insana” e, logo depois, para integrar a bancada de apresentadores do programa CQC. Na sequência, Luque voltou aos palcos com o “Labutaria”, espetáculo em formato de monólogo que apresentava histórias de cinco personagens criados pelo humorista.

Além de trabalhos para a TV e para o teatro, Luque também atua em produções cinematográficas. Seu primeiro papel foi como fotógrafo no filme “Bellini e o Demônio”, de Marcelo Galvão. Com o mesmo diretor, esteve no filme “Colegas”, premiado em festivais, como o de Gramado, e no cinema latino-americano. Versátil, trabalhou com dublagens de longas animados, como “Khumba”, “Mortadelo & Salaminho – Em Missão Inacreditável” e “Cegonhas – A História Que Nunca Te Contaram”.

Em 2017, teve papel de destaque em “O Homem Perfeito”, dirigido por Marcus Baldini e protagonizado por Luana Piovani. No filme, o seu personagem se envolve em um triângulo amoroso com Piovani e Juliana Paiva. Sérgio Guizé também está no elenco. Luque também atuou no longa “Talvez Uma História de Amor”, de Rodrigo Bernardo, fazendo o papel de melhor amigo do personagem de Mateus Solano.

Na TV, além do Altas Horas, da Rede Globo – há mais de dois anos Marco integra a equipe do programa -, o artista fez participações em duas temporadas do humorístico “Vai Que Cola”, do Multishow. Na atração global, apresentada por Serginho Groisman, Marco Luque atua em cenas externas, brinca com dublagens e reveza os seus personagens no palco, interagindo com a plateia.  

Na nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo”, interpreta o personagem Patropi, papel que coube a Orival Pessini, nos anos 90. Na terceira temporada, interpretou Nerso da Capitinga, que ficou famoso na pele de Pedro Bismarck. Nas redes sociais, Marco Luque conta com mais de 15 milhões de seguidores e está entre os perfis mais influentes do Brasil, destacando-se pela interatividade sempre bem-humorada com o seu público.

Para 2019, Luque está cheio de projetos. Ele está gravando a série “Eu, Minha Avó e a Boi”, produção da Globoplay ainda sem data de estreia. Também estará nas telonas, emprestando sua voz para um novo personagem, o Patinho, na continuação da sequência de “Toy Story 4”. No Altas Horas, o humorista acaba de ganhar um novo quadro. De cara limpa, Luque entrevista um convidado e, depois, aproveita as respostas para, caracterizado como um de seus personagens, refazer todas as perguntas de forma humorada.

Serviço
Marco Luque – “Todos Por Um”
Data: 29 de setembro, domingo.
Horário: às 19h.   
Local: Teatro Polytheama (Rua Barão de Jundiaí, 160, Centro), em Jundiaí.
Informações: (11) 4586-2472 – www.teatrogt.com.br.
Ingressos: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada) na plateia, frisas e camarotes. R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada) na galeria.
Vendas nas bilheterias do Teatro e na internet no link https://www.ingressorapido.com.br/event/32395-1/d/64402
Regras Promocionais:
Clube GT – Os sócios do Clube GT têm 50% de desconto no valor integral do ingresso mediante apresentação do cartão. Válido para compra de até 02 ingressos por sessão em qualquer canal de venda.
Clientes Shopping Paineiras – 50% de desconto mediante apresentação do cupom fiscal de uma compra realizada dentro do shopping Paineiras.

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Orquestra Sinfônica Heliópolis toca os concertos vibrantes para piano de Rachmaninoff pelo projeto Concertos Astra-Finamax, de Jundiaí

O grupo sinfônico, primeiro a surgir de uma comunidade, também interpreta a Sinfonia do Novo Mundo, composição mais célebre de Leopold Dvo?ák

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Os Concertos Astra-Finamax, iniciativa patrocinada pelas empresas Astra e Japi com o objetivo de expandir o acesso à música clássica, dão sequência à sua temporada de 2023, neste sábado, 3 de junho, às 20h, com uma apresentação especial da Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH), considerado o primeiro grupo sinfônico de jovens músicos a surgir de uma favela.  A apresentação acontece no Teatro Polytheama, em Jundiaí.

Sob a regência do maestro assistente, Paulo Galvão, a orquestra interpretará o Concerto para Piano No.3, em Ré Menor, do grande pianista e compositor russo Sergei Rachmaninoff (1873-1943). Também compõe o repertório as composições de outro grande compositor romântico,  o checo Antonín Leopold Dvo?ák (1841-1904). A orquestra apresentará a  Sinfonia Nº. 9 em Mi, também conhecida como Sinfonia do Novo Mundo, a mais célebre obra do compositor.

“Na ocasião, teremos a ilustre presença da pianista Lígia Moreno, que vai interpretar uma das obras mais desafiadoras do repertório de Rachmaninoff”, diz Paulo Galvão. Sobre a peça de Dvo?ák, o maestro explica que é chamada de Novo Mundo, pois faz referência à época que o compositor europeu viveu nos EUA: “É permeada de referências à música anteriormente chamada “negro espiritual” em suas melodias”, que se inspiram nas tradições musicais do povo negro americano. 

A iniciativa de incentivo à música para jovens da comunidade de Vila Heliópolis, na cidade de São Paulo, começou há 24 anos, com aulas de instrumentos de cordas para apenas 36 crianças em um espaço no próprio auditório do fundador. Passou por uma instalação em uma antiga fábrica de sucos até conquistar a sua sede própria na Comunidade de Heliópolis.

O projeto, alavancado pelo maestro Silvio Baccarelli, já realizou apresentações em grandes palcos do mundo e atende, anualmente, mais de 1.200 crianças e adolescentes a partir dos 4 anos de idade, e conta com 16 turmas de musicalização infantil, 13 corais, 48 turmas de coletivos de instrumentos e 4 orquestras.

Concertos Astra-Finamax

A produção cultural do evento é assinada pela Atique & Atique Produções Culturais, com o patrocíniodas empresas Astra e Japi e apoio da financeira Finamax e do Instituto Oliva. Os valores arrecadados com a venda dos ingressos serão revertidos à Fundação Casa da Cultura, ao Instituto Jundiaiense Luiz Braille e ao Coral Infanto-Juvenil Pio X, instituições localizadas em Jundiaí (SP). Aqueles que desejarem também poderão acompanhar o espetáculo por meio do canal do projeto no Youtube.

Os ingressos para a apresentação poderão ser adquiridos na bilheteria do Teatro Polytheama, de 3ª a 6ª feira, das 10h às 20h ou no dia do espetáculo, a partir das 10h até o início da apresentação, e também na plataforma Sympla.

Serviço:

Concertos Astra-Finamax – Grupo Corda
Data: Sábado, 03/06, às 20h
Local: Teatro Polytheama – Jundiaí (R. Barão de Jundiaí, 176) – Centro, Jundiaí
Telefone para contato: (11) 4586-2472
Ingressos: R$ 10,00

Acessibilidade

As apresentações contam com intérprete de libras e rampas para acesso.

Vendas

Bilheteria do Teatro Polytheama, de 3ª a 6ª feira, das 10h às 20h e, no dia do espetáculo, a partir das 10h até o início da apresentação ou Plataforma Sympla: www.sympla.com.br

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Jundiaí recebe cinema itinerante gratuito na região Central

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A partir de amanhã (23), Jundiaí recebe o cinema itinerante gratuito do projeto Cine em Cena Brasil, que conta com o apoio do Instituto CCR, no trecho da CCR AutoBAn. A programação segue até quinta-feira (25) e inclui filmes nacionais e internacionais para o público de todas as idades. 

A sala itinerante ficará montada no Complexo Fepasa, localizado na Avenida União dos Ferroviários, 1760, na região central de Jundiaí.         Similar a um cinema convencional, a sala possui 200 lugares, cadeiras com encosto e assentos com almofadas, ar condicionado, tela de 26m2, sistema de som 5.1 e projeção digital.

Durante os três dias, serão exibidas 12 sessões gratuitas e não é necessária a apresentação de ticket de acesso. “O cinema tem capacidade para 200 lugares, portanto é importante ficar atento aos horários das sessões, pois o acesso é por ordem de chegada e teremos também a participação das escolas municipais e estaduais”, ressalta Edson Souza, um dos sócios da Ibirajá Produções, empresa que coordena o projeto.

Jundiaí marca a volta do projeto Cine em Cena Brasil, após paralisação de mais de dois anos, devido ao período de lockdown e da pandemia do COVID–19. “Estamos muito contentes por voltar com o projeto que já alcançou mais de 222 mil espectadores, nos mais longínquos cantos do país. E esperamos continuar levando alegria e diversão a todos os amantes da sétima arte e para quem não tem condições financeiras de frequentar uma sala comercial”, ressalta Souza.

Em 2022, o cinema itinerante ainda passará pelas cidades de Campinas, Hortolândia, Capela do Alto, Alambari, Tatuí, Sorocaba e São Roque. A iniciativa é apresentada pelo Ministério do Turismo, Instituto CCR, no trecho da CCR AutoBAn, através da Lei de Incentivo à Cultura. Além disso, o projeto também conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Jundiaí.

O que é o Cine em Cena Brasil?

O projeto Cine em Cena Brasil, realizado pela Ibirajá Produções, é uma sala de cinema itinerante que leva a sétima arte às cidades que não possuem salas comerciais. Um dos sócios da Ibirajá Produções, Edson Souza, de São Paulo, explica que o projeto surgiu da necessidade de levar a sétima arte à população menos favorecida. Segundo ele, no Brasil, apenas 6% dos municípios possuem salas de cinema. Muitas vezes, para a comunidade mais carente, a sala itinerante é o primeiro contato com o cinema.

O projeto também trabalha com agendamento de escolas públicas. Para levar grupos de alunos, é preciso procurar com antecedência a Secretaria Municipal de Educação e de Cultura. O “Cine em Cena Brasil” é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura, com apoio do Instituto CCR, no trecho da CCR AutoBAn. Mais informações sobre o projeto e a programação completa estão disponíveis no link https://www.facebook.com/cineemcenabrasil/

 Programação – Cine em Cena Brasil em Jundiaí 

23/08 – Terça
08h – História antes de uma História (Livre) – Duração: 1h20min
09h30 – Raya e o último Dragão (Livre) – Duração: 1h47min
13h00 – História antes de uma História (Livre) – Duração: 1h20min
14h30 –  Homem Aranha – Sem volta para casa (12 anos) – Duração: 2h30min 

24/08 – Quarta
08h – História antes de uma História (Livre)
09h30 – Raya e o último Dragão (Livre)
13h00 – História antes de uma História (Livre)
14h30 –  Homem Aranha – Sem volta para casa (12 anos)

 25/08 – Quinta07h30 – Homem Aranha – Sem volta para casa (12 anos)
10h15 – História antes de uma História (Livre)
13h30 – Raya e o último Dragão (Livre)
16h – Um Crime entre nós – Documentário (14 anos) – Duração: 59min
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Exposição de Motos Antigas no Maxi Shopping Jundiaí

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Uma viagem no tempo para conhecer um pouco da evolução das motos através dos anos. Para os que viveram as épocas áureas desse meio de transporte uma recordação inesquecível. Para os jovens, conhecer e apreciar essas raridades torna-se uma experiência e tanto.

Os apaixonados por motociclismo vão curtir a riqueza de detalhes, os diferenciais, e a conservação de cada modelo exposto, uma feliz parceria entre o Maxi Shopping, a loja Bike Bikers e o Grupo de Motos Antigas Jundiaí, que acontece na Praça das Bandeiras do Maxi Shopping, de 2 a 31 de agosto, mês que homenageia os pais.

A Mostra contará com mais de 30 modelos que estarão se alternando no espaço. Dentre elas, destaque para a Ural M66, 1938 – nome em homenagem à região geográfica russa, ficando assim conhecida na União Soviética e no Exterior; Ariel 600cc, 1948, britânica, concedida pelo imaginativo engenheiro Edward Turner; Lambretta D, de 1957, e Lambreta LI, de 1961 – desenvolvida pelo italiano Ferdinando Innocenti, a Lambretta (nome originário de Lambrette, Milão) teve início de sua produção em 1947.

E a história segue com a Honda CBX 750 F,1974 – considerada a “mãe” de todas as superbikes, trazia uma tecnologia jamais vista anteriormente em um modelo de normal produção em série; Honda CG 125, 1980 – primeira moto da marca a ser fabricada no Brasil; Honda XL 250 R , 1984 – primeira trail da Honda produzida no Brasil, boa no uso diário, na trilha, levava piloto e garupa com reserva de potência e muita confiabilidade mecânica; e a Honda CB 450 DX, 1991 – no Brasil, seu lançamento se deu em um tempo onde reinavam motos de baixas cilindradas, tornando-se um ícone de esportividade.

A Yamaha aparece representada pela RD 350, 1987 – lançada em 1973, marcaria de vez a história do motociclismo mundial. Sua produção aconteceu entre 1973 e 1993, duas décadas que marcaram a época e que a concedeu o cruel apelido de Viúva Negra; Yamaha RX 80, 1980 – foi a moto menor que a Yamaha fab ricou entre os anos 1980 e 1983. Derivada da Cinquentinha (RD50), tinha apenas 73cc, e era uma boa opção para os iniciantes e para o uso em trânsito; Yamaha RX 180, 1982 – modelo de pequeno porte que marcou a década de 80, atingia até 140km/h e foi bastante utilizada pela polícia, na época; e muitas outras.

Vale a pena lembrar, ainda, da Suzuki GS 1000e, 1979 – que se destacava pelo torque e funcionamento silencioso. Essas e muitas outras raridades estarão no Maxi Shopping e vão contar a história das motos através dos tempos. Vale a pena visitar e se apaixonar.

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