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Política

Projeto de Lei prevê mudanças para manutenção do comércio durante feriados em cidades turísticas

Redação

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O Projeto de Lei 2435/2021, protocolado pelo deputado federal, Coronel Tadeu (PSL-SP), apresenta uma iniciativa para colaborar com o desenvolvimento econômico de inúmeros municípios brasileiros, considerados como locais de alto interesse turístico. De acordo com o texto, a proposta é dispensar a obrigatoriedade da autorização via convenção coletiva- a negociação entre o sindicato dos trabalhadores do comércio e o sindicato dos empregadores – para manter o funcionamento das atividades em dias de feriados.

“A abertura do comércio é de suma importância para os municípios de interesse turístico, pois durante os feriados são verificados os maiores afluxos de turistas nesses lugares”, afirma o autor do projeto. De acordo com dados apresentados pelo portal do Sindicato de Comércio Varejista – Sincovaga – de São Paulo, só no estado paulista são contadas 140 cidades de interesse turístico.

Entendendo que há “uma grande dificuldade verificada em muitos munícipios de pequeno porte, a fim de que as partes, trabalhadores e empregadores, cheguem a um acordo quanto ao trabalho nos feriados, em vista das especificidades do comércio local”, o PL sugere, então, que seja renunciada a necessidade desta negociação para realização do trabalho durante os feriados. Os funcionários, no entanto, não serão prejudicados com a medida, pois de acordo com o texto, estes receberão pagamento dobrado pelos dias trabalhados, “salvo se o empregador não determinar outro dia de folga”.

Para o deputado federal, Coronel Tadeu, a dispensa da autorização trará benefícios à população dos municípios como um todo: “com a permissão do trabalho nos feriados, se [os trabalhadores] não compensarem o dia trabalhado, poderão usufruir remuneração em dobro, bem como auferirão ganhos sobre as vendas, na hipótese dos comissionistas. Esse incremento da atividade comercial beneficiará a população de um modo geral, pois contribuirá para o aumento da arrecadação de impostos dos municípios, os quais disporão de mais recursos para realizar obras de infraestrutura, por exemplo”.

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Política

Haddad segue na frente em São Paulo, com 33%; Tarcísio (20%) e Garcia (19%) estão empatados tecnicamente

Para o Senado, Márcio França lidera com 26%, com Janaína Paschoal em segundo, com 16%

Redação

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Pesquisa Big Time Real Data realizada no início de agosto mostra Fernando Haddad (PT) na frente na corrida para o governo de São Paulo, com 33% das intenções de voto no levantamento estimulado. Em seguida, surgem empatados tecnicamente Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 20%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), com 19%. Vinicius Poit (Novo) marcou 2%, Elvis Cezar (PDT) tem 1%. Gabriel Colombo (PCB), Altino Júnior (PSTU) e Abraham Weintraub (PMB) não pontuaram. Branco e nulos são 13% e os que não souberam responder somam 11%. Na pesquisa espontânea há um empate técnico entre Haddad, com 12%, Tarcísio, com 10%, e Garcia, com 7%.

Nas simulações para o segundo turno, o candidato do PT lidera. Haddad soma 39% das intenções na disputa com Tarcísio, que marca 29%. E na briga com o atual governador, Haddad tem 37% e Rodrigo Garcia, 29%. Em um eventual segundo turno, Garcia e Tarcísio estão empatados tecnicamente: 30% versus 29%, respectivamente. A maior rejeição entre os postulantes ao governo é de Haddad, com 48%. Tarcísio tem 41% e Rodrigo Garcia, 32%.

Márcio França (PSB) lidera a corrida ao Senado, com 26% das intenções. Janaína Paschoal (PRTB) aparece a seguir, com 16%, Astronauta Marcos Pontes (PL) tem 10%, Milton Leite (União Brasil), 4% e José Aníbal (PSDB), 3%. Aldo Rebelo (PDT), Nise Yamaguchi (PROS), Ricardo Melão (Novo) e Professor Hoc (Podemos) têm 1% cada. Os que dizem votar em branco, nulo ou estão indecisos somam 37%.

“O quadro para a disputa ao governo de São Paulo não se alterou em relação ao último levantamento, em julho. A oscilação dos três primeiros colocados foi dentro da margem de erro. O cenário segue indefinido”, diz Lucas Thut Sahd, diretor da Real Time Big Data. “A novidade na disputa para o Senado foi a entrada em cena do ex-ministro Marcos Pontes em substituição a Carla Zambeli, o que não chegou modificar as intenções de voto. Ele herdou o terceiro posto ocupado até então pela deputada, como mostra o atual levantamento.”

A pesquisa entrevistou por telefone 2 mil eleitores do Estado de São Paulo, nos dias 1º e 2 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número SP-06273/2022.

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Política

Opinião: Jundiaí precisa da juventude na política

Dalmir Junior

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É muito comum ouvir por aí que jovem na política é renovação, mas não é bem assim que a banda toca. Renovação vai além de ser uma nova carinha, bonitinha, e normalmente branca e masculina. Renovação é trazer novas ideias, é mostrar pelo o que veio, diferente de muitos jovens por aí, que são eleitos à base da distribuição de ódio gratuito contra seus opositores e seus diferentes.

Jovens são normalmente confundidos com renovação, por trazerem em seus semblantes o que a política deveria trazer: o novo. Não, não estamos falando do pseudopartido que carrega esse nome.

Mas deixemos as criticas às velhas atitudes por um momento e paremos para pensar: afinal, qual é a renovação que precisamos dentro da política jundiaiense? Eu lhes respondo: precisamos de políticas públicas para TODOS, precisamos de vereadores que FISCALIZEM o executivo e acima de tudo, precisamos de OPOSIÇÃO à situação, não para que se atrapalhe o trabalho do governo, mas para que possamos ver as possibilidades de ambos os lados.

Atualmente temos um chefe do executivo e os seus 19 companheiros, que dizem ser vereadores, mas quando requisitados pela população, não movem uma palha, como foi no caso da CPI dos Ônibus, que foi parar na gaveta do presidente da Câmara e presidente do partido do prefeito, Faouaz Taha.

Nesta legislatura infelizmente só pudemos assistir a um show de horrores. Foram dezenas de leis inconstitucionais e várias moções de apoio vindas de um único vereador com a intenção de ofender e bater de frente com mulheres, jovens e LGBT’s; tudo isso pra agradar parte do eleitorado conservador.

Por outro lado, vemos jovens com a mesma prática, desnecessária e vergonhosa, de tentar diminuir o outro para tentar ser alguém, mas sabe-se bem que atrás de tanto preconceito e ódio há a falta de conhecimento sobre a política no macro.

Diferente destes, que dizem presidir movimentos conhecidos no Brasil, mas sem membros em Jundiaí, temos jovens que trabalham sério, que têm trabalho e conhecimento para mostrar, pessoas que têm história na política e que conquistaram o protagonismo sem utilizar de mentira ou da manipulação para crescer.

Jundiaí precisa sim dos jovens, Jundiaí precisa sim da renovação, mas vinda de pessoas preparadas e com vontade e força para mudar.

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Jundiaí

Filiada ao Democracia Cristã, Márcia Pará se lança pré-candidata a prefeita

Redação

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Após se desfiliar do MDB em março deste ano, Márcia Pará finalmente apresentou sua nova legenda aos seus apoiadores e possíveis eleitores. Durante a convenção nacional do Democracia Cristã, que ocorreu em Manaus durante os dias 29 e 30, Márcia Pará foi apresentada pelo partido de José Maria Eymael como pré-candidata do DC para a prefeitura de Jundiaí.

Durante a convenção, Eymael disse que o DC é uma terceira via em meio à polarização política. “O Brasil precisa, desesperadamente, de pacificadores e líderes que sejam capazes de juntar teses conflitantes e encontrar uma mediana. A posição oficial do DC é de centro pacificador”, frisou o presidente nacional.

Com 33 anos, Márcia Pará, lançou a sua pré-candidatura à prefeita de Jundiaí. Principal opositora à gestão de Luiz Fernando Machado (PSDB), Márcia carrega como principal bandeira a renovação geral da política da cidade.

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