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Transportes

Tarifa dos ônibus de SP, Metrô e trens da CPTM será reajustada para R$ 4,25 em 2019

Redação

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A tarifa do transporte público de São Paulo irá subir para R$ 4,25 em 2019. O aumento será válido para as passagens de ônibus, Metrô e trens da Companhia Paulista de Trens metropolitanos (CPTM).

O reajuste deve entrar em vigor no dia 6 de janeiro. Neste ano, o valor unitário dos bilhetes foi de R$ 4.

O índice de inflação da Fipe neste ano foi de 3,63%. Se o aumento refletisse o índice, o valor da passagem seria de R$ 4,14. No entanto, os governos municipal e estadual alegam que esse valor dificultaria o troco. Além disso, eles argumentam que o valor unitário do bilhete de R$ 4,25 não repõe as perdas.

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Campinas

Alesp aprova projeto de lei que favorece implantação do Trem Intercidades ligando SP a Jundiaí e Campinas

Parlamento adequa legislação e Governo está autorizado a contrair empréstimos que financiarão expansão da linha férrea

Redação

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As deputadas e os deputados estaduais aprovaram, por unanimidade, em sessão extraordinária realizada nesta quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o projeto de lei que favorece a proposta do Governo de implantar o Trem Intercidades – linha expressa que ligará a Capital Paulista à cidade de Campinas.

Aprovado pelo Parlamento, o PL 912/2023 promove uma adequação na Lei Estadual 17.386/2021 e garante que o Governo possa contrair empréstimos de até R? 6,5 bilhões junto a instituições financeiras e, assim, financiar parte das obras de construção do trecho ligando a atual linha férrea até a cidade de Campinas. O mesmo plano do Executivo prevê, também, a ampliação e a modernização da atual Linha 7-Rubi, que hoje liga a Capital a Jundiaí.

Ao defender o projeto, o líder do governo na Alesp, deputado Jorge Wilson Xerife do Consumidor (Republicanos), afirmou que está sendo dada a oportunidade de São Paulo tocar a implantação do Trem Intercidades e de melhorar a mobilidade urbana. “Vamos continuar trabalhando para que o cidadão paulista tenha um serviço de qualidade e que essa medida impacte de forma positiva a vida das pessoas”, afirmou.

O que mudou na legislação?

Desde 2013, há uma lei autorizando o Estado a assumir empréstimos de até R? 1,5 bilhão para a implantação do Trem Regional SP-Campinas. Na época, contudo, o projeto não avançou. Agora, esse montante foi somado a outros R? 5 bilhões que o Governo pode assumir em crédito junto a instituições financeiras para obras de infraestrutura.

Ao unir essas duas autorizações, o projeto de lei aprovado nesta quarta garante, então, o montante de R? 6,5 bilhões para investimentos em infraestrutura, em especial de mobilidade urbana e transporte intermunicipal. Não houve aumento no saldo disponível para crédito, mas a soma de duas quantias já autorizadas pela Alesp.

Como já anunciado pelo atual governador Tarcísio de Freitas, a ideia é que esse recurso seja utilizado para dar início ao projeto de implantação do Trem Intercidades.

A proposta recebeu aval das Comissões de Constituição, Justiça e Redação e de Finanças, Orçamento e Planejamento, por meio de um Congresso de Comissões realizado na terça, 20. O texto final recebeu alterações após emendas parlamentares que ampliam medidas de transparência sobre as transações de empréstimos feitas pelo Estado.

O Trem Intercidades

De acordo com o anunciado pelo Governo, as obras do Trem Intercidades e da modernização da Linha 7-Rubi serão executadas por meio de uma parceria público-privada. Já está publicado o edital de um leilão internacional para a concessão patrocinada da construção do Eixo Norte do Trem Intercidades. O valor de investimento estimado da iniciativa privada é de R? 12,8 bilhões e o prazo da concessão será de 30 anos.

Com a concretização do projeto, devem ser ofertados três serviços: a linha 7-Rubi passará por uma revitalização das vias, operando entre a Barra Funda e Jundiaí; o Trem Intermetropolitano (TIM) seguirá do município de Jundiaí com paradas nas estações em Louveira, Vinhedo e Valinhos; já o Trem Intercidades (TIC), opção expressa, terá percurso total de 96 km e duração de aproximadamente 1h entre a Capital e Campinas, com única parada em Jundiaí.

Mais obras de mobilidade

Além do Trem Intercidades, a readequação da Lei Estadual 17.386/2021 irá permitir ao Estado, também, a possibilidade de utilizar recursos já autorizados pelo Parlamento para outras importantes obras de infraestrutura. Entre elas está a modernização e expansão da Linha 2-Verde do Metrô e obras de mobilidade entre Santos e Guarujá.

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Transportes

Buser começa a vender viagens para o exterior

Plataforma expande serviço de marketplace em parceria com empresas de rodoviária e inicia viagens para Santiago do Chile e Buenos Aires. Novidade vai impulsionar receita do segmento, que já responde por 20% das vendas da startup

Redação

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Em 2023, os mais de 9 milhões de clientes cadastrados na plataforma da Buser passam a contar com mais de 30 opções para viajar para fora do Brasil. Com rotas para Santiago do Chile e Buenos Aires, na Argentina, a novidade marca a entrada da startup no segmento de viagens internacionais, a partir da expansão do serviço de marketplace, que revende passagens de ônibus de viações que saem das rodoviárias.

Inicialmente, serão oferecidos 32 trechos com viagens de ida e volta ao exterior, em parceria com a JBL Internacional. A empresa acaba de se somar às mais de 100 companhias parceiras da Buser no segmento de revenda de passagens.

Com isso, a Buser passa a oferecer viagens partindo de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) para Santiago do Chile e Buenos Aires. Com preços a partir de R$ 520,00, é possível viajar em poltronas do tipo Executivo e Leito. Também serão vendidas passagens para trechos de menor duração, entre Uruguaiana (RS) e Santiago (CHI), por exemplo, ou Rosário do Sul (RS) e Paso de Los Libres (ARG).

“Acreditamos que o aquecimento que temos visto no turismo nacional também chegará às viagens ao exterior, principalmente nos destinos em que o ônibus aparece como uma alternativa mais em conta quando comparado aos altos preços das passagens aéreas. Nossa expectativa é transportar mais de 200 mil passageiros no modelo de marketplace, até o final da alta temporada em janeiro de 2023, incluindo os que viajarão nesses trechos internacionais”, destaca Sávio Caríssimo, diretor da área Comercial na Buser.

Para reduzir o custo das passagens de ônibus no serviço de marketplace, a startup não cobra taxas de cancelamento. Além disso, tem o menor valor de comissionamento em relação aos demais consolidadores digitais.

Serviço em expansão

Maior plataforma de intermediação de viagens rodoviárias do Brasil, a Buser tem revolucionado o setor rodoviário desde 2017 com o modelo de fretamento colaborativo, no qual os passageiros dividem o custo do frete do ônibus.

Mantendo a aposta na diversificação de serviços, em 2021 a startup também passou a revender passagens em parceria com viações que operam nas rodoviárias no serviço de marketplace, responsável por 15% de todo o volume de viajantes transportados mensalmente pela plataforma, e por 20% de todas as vendas da Buser, sendo que a receita com a revenda de passagens aumentou 250% em 2022.

“Temos apostado muito nessa frente de negócios, e já fechamos parceria com alguns dos principais grupos do País, incluindo Eucatur e Catedral, que chegaram no último trimestre. Desde que iniciamos, mais de 100 viações contaram com a nossa base de 9 milhões de clientes cadastrados para impulsionar suas vendas. Dar esse passo para a expansão internacional, com o apoio da JBL, é uma grande conquista, que está alinhada ao nosso desafio de expandir as operações e contribuir financeiramente de forma significativa com as empresas que disponibilizam seu portfólio em nossa plataforma de vendas”, finaliza Sávio.

Viagens internacionais da Buser

Brasil <> Argentina (rotas de ida e volta)

  • São Paulo (SP) – Buenos Aires (ARG)
  • São Paulo (SP) – Paso de Los Libres (ARG)
  • São Paulo (SP) – Puerto Iguazu (ARG)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Buenos Aires (ARG)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Puerto Iguazu (ARG)
  • Porto Alegre (RS) – Buenos Aires (ARG)
  • Porto Alegre (RS) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Curitiba (PR) – Buenos Aires (ARG)
  • Curitiba (PR) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Florianópolis (SC) – Buenos Aires (ARG)
  • Florianópolis (SC) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Alegrete (RS) – Buenos Aires (ARG)
  • Alegrete (RS) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Balneário Camboriú (SC) – Buenos Aires (ARG)
  • Balneário Camboriú (SC) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Foz do Iguaçu (PR) – Buenos Aires (ARG)
  • Londrina (PR) – Buenos Aires (ARG)
  • Maringá (PR) – Buenos Aires (ARG)
  • Rosário do Sul (RS) – Buenos Aires (ARG)
  • Rosário do Sul (RS) – Paso de Los Libres (ARG)
  • São Gabriel (RS) – Buenos Aires (ARG)
  • São Gabriel (RS) – Paso de Los Libres (ARG)
  • Uruguaiana (RS) – Buenos Aires (ARG)
  • Uruguaiana (RS) – Paso de Los Libres (ARG)

Brasil <> Chile (rotas de ida e volta)

  • São Paulo (SP) – Santiago (CHI)
  • Rio de Janeiro (RJ) – Santiago (CHI)
  • Porto Alegre (RS) – Santiago (CHI)
  • Curitiba (PR) – Santiago (CHI)
  • Florianópolis (SC) – Santiago (CHI)
  • Alegrete (RS) – Santiago (CHI)
  • Uruguaiana (RS) – Santiago (CHI)
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Transportes

Governo sanciona lei para a retomada das ferrovias do Estado de São Paulo

A medida prevê reativar a malha ferroviária e criar as shortlines (linhas curtas) de transporte sobre trilhos para cargas e pessoas

Redação

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O Governo de SP sancionou a lei nº 17.612 para a criação do Subsistema Ferroviário do Estado de São Paulo (SFE/SP) e o uso do modal ferroviário para o transporte de cargas e pessoas. A publicação saiu no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (20).

A criação da lei decorre da aprovação do PL (Projeto de Lei) 148/22, aprovado no final de novembro pela Alesp. Tem como objetivo reativar a malha ferroviária que está abandonada ou subutilizada, e cria as shortlines (linhas curtas) de transporte sobre trilhos.

Também será possível oferecer novas alternativas de transporte aos usuários, integrar outros modais de transporte público, reduzir acidentes de trânsito e congestionamentos do tráfego, como também ampliar a eficiência energética e a utilização segura de tecnologia e inovação, com a priorização do conforto e a melhoria da qualidade de vida dos usuários dos serviços.

A exploração das ferrovias se dará de três formas: através de autorização especial, concessão ou PPP (Parcerias Público-Privadas). “O setor ferroviário é essencial para o Estado de São Paulo, sendo de extrema importância para o PIB brasileiro. Trata-se ainda de um meio de transporte mais sustentável, que vai gerar mais desenvolvimento e empregos”, afirma o secretário estadual de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.

Atualmente, o transporte ferroviário de cargas no Estado de SP é todo executado pelas concessionárias federais Rumo, MRS e VLI. Dos cerca de 5 mil quilômetros de trilhos paulistas, a maior parcela em atividade concentra-se na Grande São Paulo, operada para transporte de pessoas pela CPTM e Metrô. A outra metade da malha ferroviária está abandonada ou subutilizada — o governo paulista pretende reativá-la.

Em abril, o governo de SP assinou convênio com municípios que farão parte do TIC (Trem Intercidades) São Paulo-Campinas, o primeiro do interior.

Divulgação do Plano Ferroviário 

Desde o início do ano, a SLT vinha apresentando — na figura do coordenador do GT Ferrovias SP, Luiz Alberto Fioravante — o PL 148/22 e o PEF/SP, em reuniões técnicas com prefeitos, autoridades locais e empresários de vários setores em diversas cidades paulistas, como Santos, Campinas, Sorocaba, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Presidente Prudente.

Pelo levantamento deste grupo de trabalho, a retomada do setor ferroviário vai gerar oportunidade de negócios com terminais multimodais, reduzindo em quase 40% o custo de transporte de muitos produtos do agronegócio e da indústria

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